Queria alguém
que pudesse me desatar os nós,
Que descosturasse
essas linhas e tornasse nua minha alma ensanguentada e inflamada
Que rasgasse
esses eus que machuca quem sou de verdade
Que limpasse
essas vistas embaçadas que me fazem cair
Que me
segure às mãos quando não consigo ser mais nada
Que me diga
que sou capaz, que sou alguém
Que se
importa com meus gritos aterrorizantes feitos espinhos em feridas nuas
Que me
pegasse no colo e me fizesse um dengo
Que me
mostrasse um motivo de ser quem eu sou e não desistir
Que amasse o
amor em mim
Que me desse
razão de seguir
Que dissesse
que eu faço parte e por ser parte me diga “não vá!”
Que fosse
chão, pão, lar
Que tirasse
das minhas mãos a arma engatada do fim.
Queria alguém
que pudesse me desatar os nós,
Que descosturasse
essas linhas e tornasse nua minha alma ensanguentada e inflamada
Que rasgasse
esses eus que machuca quem sou de verdade
Que limpasse
essas vistas embaçadas que me fazem cair
Que me
segure às mãos quando não consigo ser mais nada
Que me diga
que sou capaz, que sou alguém
Que se
importa com meus gritos aterrorizantes feitos espinhos em feridas nuas
Que me
pegasse no colo e me fizesse um dengo
Que me
mostrasse um motivo de ser quem eu sou e não desistir
Que amasse o
amor em mim
Que me desse
razão de seguir
Que dissesse
que eu faço parte e por ser parte me diga “não vá!”
Que fosse
chão, pão, lar
Que tirasse
das minhas mãos a arma engatada do fim.


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