Que preenche de anistia seus eloquentes erros
Que bebe da chuva a sua cólera
Como alma que vaga tentando tocar o vento
Sentir o amor e ser real
Farsa que fantasia a cura, mas se perde para o teu ócio
Pastilha em guerra para suprimir a dor
Mesquinharia diante da criança faminta
Que planta fadiga
Que vive escondida atrás do véu
Que em ti se apresenta a solução exata
Que transforme em errata os escritos deste fim
Quem dera eu fosse só uma metáfora
Grito mudo que morre na boca e desagua sem fim
Quem dera eu fosse

