sábado, 23 de junho de 2012
Dura, branca e opaca
Me sinto tão vazia, necessitada de mim mesma
Sinto um vácuo em mim.
Queria ter o canto dos pássaros para poder cantar a minha dor
Cantar aos quatro ventos o que é ser tristeza
Me dera um amor encontrar, em teus braços despejar toda minha dor e jogar ao vento.
Me dera ser um ninho, abrigar um passarinho e no teu corpo me esquentar.
Desconhecer o frio que em peito habita
Dormir o sonho de uma princesa, onde seu fim tem final feliz
Queria um ouvinte para as minhas palavras, afogar toda essa mágoa e nas letras me desaguar
Queria ter um admirador, ser recebida com flor, e a lua me ofertar
Queria ser o canto de um romântico, a resposta do seu sim
Ser o verso do apaixonado, o beijo do namorado feliz ao me encontrar.
Hoje já não sei mais o que é viver.
Surpreendentemente minha lágrimas me afogam, inundam meu ser, bloqueia minha inspiração, me fazendo morrer.
Agora durmo em mim, bela adormecida sou, abandonada no marfim, uma substância dura, branca e opaca!
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Cansei do "As vezes"
As vezes simplesmente tenho motivo para desconfiar.
As vezes sinto ser o próprio motivo
As vezes sou pequena pra tamanho desapego
As vezes só queria me sentir
Me amar da forma que eu sou, e saber que a vida me aceita
As vezes só preciso olhar mas pra frente e ver que existe alguém capaz de me amar
As vezes meu "EU" grita querendo proteção, digo-o que estamos sozinhos
As vezes meus pés tropeçam no caminho certo e volto atrás
As vezes essa seja a minha carma
As vezes, tenho que parar de pensar
Tenho que desistir de encontrar alguém que me ame e passar a me amar
As vezes preciso me notar
Preciso ser meu, antes de ser de qualquer um
As vezes a ficha demora pra cair, e quando ela cai dói
As vezes as letras traduzem os sentimentos.
As vezes queria ser lua
Me pergunto onde errei
Será que amar é doloroso?
AS vezes penso ser grande para um mundo tão pequeno
Quando meu fôlego não sair da boca, sentirão falta da luz de felicidade
Quando meus olhos fechar, talvez seja tarde pra perceber que se pode amar
Talvez, todo meu amor se transforme em universo
Talvez um dia tenha a grandeza de ser mãe, no tempo certo claro.
E todo esse amor terá sentido
já não mas serei sozinha
Seremos 2 ou 3 ou até mais
E assim meu mundo será completo, minha vida terá sentido e a felicidade conhecerei de verdade.
E esse "as vezes", não mais direi.
E esses olhos que cansados estão, essas lágrimas que reclamam em não mais cair, deixará minha tristeza no passado.
Mas para despertar é preciso dormir.
As vezes sinto ser o próprio motivo
As vezes sou pequena pra tamanho desapego
As vezes só queria me sentir
Me amar da forma que eu sou, e saber que a vida me aceita
As vezes só preciso olhar mas pra frente e ver que existe alguém capaz de me amar
As vezes meu "EU" grita querendo proteção, digo-o que estamos sozinhos
As vezes meus pés tropeçam no caminho certo e volto atrás
As vezes essa seja a minha carma
As vezes, tenho que parar de pensar
Tenho que desistir de encontrar alguém que me ame e passar a me amar
As vezes preciso me notar
Preciso ser meu, antes de ser de qualquer um
As vezes a ficha demora pra cair, e quando ela cai dói
As vezes as letras traduzem os sentimentos.
As vezes queria ser lua
Me pergunto onde errei
Será que amar é doloroso?
AS vezes penso ser grande para um mundo tão pequeno
Quando meu fôlego não sair da boca, sentirão falta da luz de felicidade
Quando meus olhos fechar, talvez seja tarde pra perceber que se pode amar
Talvez, todo meu amor se transforme em universo
Talvez um dia tenha a grandeza de ser mãe, no tempo certo claro.
E todo esse amor terá sentido
já não mas serei sozinha
Seremos 2 ou 3 ou até mais
E assim meu mundo será completo, minha vida terá sentido e a felicidade conhecerei de verdade.
E esse "as vezes", não mais direi.
E esses olhos que cansados estão, essas lágrimas que reclamam em não mais cair, deixará minha tristeza no passado.
Mas para despertar é preciso dormir.

