As vezes desligar a torneira nem sempre impede a água cair
As vezes apagar as luzes nem sempre te faz dormir
As vezes abrir os olhos não é sinal de estar acordado
Dizer adeus é meio isso, para uns é como quem joga um papel no lixo
Como quem quem finaliza a leitura de um livro
Como tinta da caneta ao fim.
Para mim é como torneira quebrada, luzes queimada e os olhos semi-abertos lutando a dormir
Dizer-te adeus é o meu boca pra fora mais dolorido e difícil
É como o fim de linha do trem que sempre retorna
De volta em volta sempre me pega e me leva ao mesmo caminho outra vez.


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