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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A casa do silêncio

Como quem bebe um copo de veneno, ela sacia sua sede.
Colecionando desamores e sustentando a grandeza de uma falsa ilusão do amor perfeito.
Quem dera houvesse a ela o mínimo de um sorriso feliz e contínuo.
Quem dera seu céu tivesse cores.
Quem dera o mundo fosse como nuvens massageando seus pés.
Assim fosse fácil contar até dez.
Não precisasse chorar incertezas.
E eu em seu luto chorar.
Tão jovem e tão linda se vais.
Dorme minha menina.

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