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domingo, 22 de março de 2015

Nada faz sentido

Tudo é tão simples para nós
Todo é tão encanto
É tudo tão real
Tão simplório
Tão nosso

Aos poucos tudo é tão sem graça
Nada faz graça
Não se engraça
Desgraças

Aos poucos não faz sentido
Já não temos tido
Sido por contido
Não sentindo o grito
Do grilo de não amar

Aos pouco, ou poucos, são tãopoucos
Dos gosto, esboços de nós

Aos poucos o tempo que fecha, se abra e sabe
Não vale mais tempo de tão pouco do outro que resta

Incerta na frase
Me encontro
Suborno
de mim
sempre atenta
alenta
No mesmo fim

Aos poucos
nada faz sentido
escrito, descritos de ti, de nós

Sem sentido, me sinto aqui
sem fim, por fim
Por mim.

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