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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O Meio Perdido

Cabeça confusa que cria para si momentos reais
Cabeça tão louca  me deixa tão doida com tantos os tais
Que sonha ser livre, leve e feliz
Que sempre se encanta no rosto o nariz

Coração tão bobo
Não gosta de bolo
Sonhar é melhor

Em olho no olho
De ser muito bobo
Uma meretriz
Confunde verdades
Não ver falsidades
Acredita em amor escrito de giz

Giz que não marca
Até vento apaga
De nada sobrou

Nem sobra das mágoas
Amores doídos
Presente infinito
Aonde é que estou?

Pressa na linha
Uma Tênue rainha
Uma atriz se achou

Uma história tão louca
Ser minha ou ser sua
Ser eu escritor

Escrevo sem pressa
Intenção sempre há
Uma autora tão triste
Se perde na trilha
Ao se apresentar

Não sei o que sou
O que fui ou serei
Se é verdade ou mentira
Essa vida talvez

Vida que atura
A verdade sem cura
Do se envolver
Que sofre calada
Atriz maltratada
Que autor escreveu.

Perdida nos versos
Mal colocadas
Duendes e fadas
No meio estou

Perdida no fim
Ou do que se restou.

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