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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Rio de Sangue

Me consuma até a última gota desse sangue.
Cansei dessa inutilidade imbecil.
Se for pra matar, que mate de vez
Vida seca, maldito amor juvenil.
.. Não sou paisagem que tu mata admirando
Nem sou rio sem pressa de acabar
Desvaneia verso solto no meu sangue
Teu olhar em meu corpo respingar
Cansei de sofrer feito louco
Com esse tédio de uma vida maltratada
Dessa louca sua sede que não basta
Me consome, vida seca pueril.
Esgotando toda força do meu rio.

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