No instante me fizeste cólera
Me deixastes ferido de ilusão
Como o cálice que escorre em meus dedos
Peço segredo em oração
Numa linha entre a noite e o dia
Me desperso daquilo que vejo
Não tenho nada mais que a ironia
E o desejo que afogo em meu peito
Me basta sonhar no equilbrio
Do querer deste elo vivido
Na mentira que corre em meus dedos
Desventura do amor proibido


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